Como havia prometido eu iriei fazer uma especie de agenda onde eu terei obrigações de postar sobre determinado assunto determinado dia. \inclusive postaria um dia por semana bebado. E claro, na primeira semana de blog não iria decepciona-los (pra quem estou falando? ninguem le isso… ainda). Estou eu aqui, mais pra lá do que pra cá pra inaugurar essa seção. “Mais pra lá do qeu pra cá”.
Tá aí uma foto da minha mesa agora. Uma garrafinha de cachaça, minha latinha de atum e ao fundo um saco de pão com algumas torradas.
Engraçado é qeu eu não planejava esse post pra hoje, mas para sabado. Porem hoje fui buscar meu irmao mais novo no bar dele. Beleza, chego lá como de costume um pouco antes de fechar. E de repente percebo uma conversa acontecend perto de mim que na hora pensei naquele video daquele programa portugues, acho que se chama Hora H, onde eles fazem uma entrevista com um blogodependente, que toda hora diz: “Isso merece um post!”.
A conversa era sobre o uso da maconha. De um lado, meu pai e do outro lado, um carioca que atualmente mora aqui em minas.
Achei muito engraçado eles filosofando pra defender o uso da maconha na época deles, e ao mesmo tempo discriminar o uso hoje em dia, afinal hoje eles são pais e tem de dar exemplo. Usaram de tudo pra defender o uso da maconha. Envolveram politica, múscia e até familia no meio. Teve até uma hora que falaram da adrenalina qeu era na época pra se conseguir comprar a tal da maconha. Você sempre conhecia alguem, que conhecia alguem que sabia onde tinha um do bom. Sabendo de tudo isso você arrecadava a grana dos amigos, marcava um dia, hora e local, de preferencia um apartamento ou casa (época da ditadura, tinham que tomar cetos cuidados para não sumirem repentinamente). E hoje? Você simplesmente vai a uma boca de fumo e fala : “Me da dé real de bagui!”. Pronto!
Quando ouvi isso pensei que eles devem ter acabado de fumar um! Claro qeu agora era muito melhor, você simplesmente queria fumar, ia e comprava. Nao tem mais que esperar dias pra fumar a tal da erva. Mas sei lá, vai qeu essa espera ajudava no processo.
Em pouco tempo a conversa mudou totalmente de rumo e começaram a falar mal das familias. E realmente se você for pensar, naquela época era melhor ser orfão, do que viver sobre os cuidados de uma familia tradicional. Ouvi casos onde um pai comprou um sofá mas não deixava os filhos sentarem, onde o pai que escolhia o corte de cabelo, o que eles deveriam gostar de ouvir, quais programas de tv assistir e etc…
Pensie comigo mesmo: ainda bem que nasci a apenas 22 anos. Mal suporto minha familia, imagina se tivesse uma familia como a deles. Mas se for pesnar é isso mesmo. Hoje nos temos o paoio da familia, os conselhos, a apssada de mão na cabeça. Antes eles tinham um misto de esporro, porrada e imposições.
Pedi uma cachaça e tentei entrar no assunto. Não teve jeito, fui recebido como alguem de fora que não sabe do que estão falando e por isso eu não podia opinar. Beleza, quase mandei um “vai tomar no cú”, mas pensei bem e resolvi deixar quieto.
Agora qeu vejo tudo mais claro (efeito do alcool), o melhor foi relamente ter deixado eles discutirem sozinhos. Cheguei na conclusão que quem fuma maconha hoje não passa de um simples maconheiro, mas quem fumou decadas atras era um nobre maconhista!
[]´s

A parte final do texto ficou excelente kkkkkkk e realmente é verdade.
Hj em dia, quem fuma um baseadinho é um maconheiro, maconheiro tem em qualquer esquina. Gostei da conclusão kkkkkkkkkkk
Mas da próxima vez, passa pelo menos pelo corretor ortográfico Freak…
Vlw!!!
A maconha está banalizada hj em dia, não só a maconha, mas qualquer outro tipo de droga, qulquer boate q vc vai vem logo te oferecendo uma “balinha”. Prefiro ficar em casa.
Gostei da mesa.Quando for 18:00hs vou sair do trampo, passar no buteco, mas não vou tomar cachaça, vou pedir um conhaque e uma gelada
Putz…………..acho que vou sair agora!!!!!